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Tudo me lembra de ti - Colleen Hoover

Deixem-me apresentar-vos  Kenna Rowan e Ledger Ward, uma das duplas de Colleen que mais amei e me impactou. Kenna, carrega consigo a dor de um passado trágico que culminou na perda do namorado Scotty e numa condenação de 5 anos por escolhas infelizes. Reconhece que as pessoas à sua volta, especialmente os pais de Scotty não queiram que ela se aproxime de Diem, a sua filha de 4 anos. Ainda assim, após ser libertada, decide regressar à cidade que lhe destruiu a vida para recuperar e reconquistar a filha mesmo tendo que lidar com o ódio da população. Ledher era o melhor amigo de Scotty, jurou nunca compreender nem desculpar quem lhe tirou o melhor amigo e irmão de vida. Junto com os pais de Scotty, criam Diem e esperam que o futuro não lhes pregue a partida de ter Kenna à porta. É dono de um bar local, onde vê entrar a mulher mais intrigante e bonita que conheceu – Kenna. O destino prega partidas aos mais descrentes. A relação entre eles, cresce num ambiente em que cada passo em frent...

Um por um - Freida McFadden


Como tudo na vida, há livros que nos cativam mais do que outros e está tudo bem e com a escrita de Freida McFadden, não é exceção.

Desta vez, a autora transporta-nos para um cenário que é o pesadelo de qualquer pessoa que preze a sua segurança (e o sinal de Wi-Fi! 😋).
A história acompanha três casais, na maioria, amigos dos tempos da faculdade que decidem fazer uma viagem de carro para um alojamento isolado.
O que deveria ser um fim de semana de convívio e reconexão rapidamente descarrila e se torna no pior pesadelo. Desde o carro que avaria no meio do mato, a rede móvel que se torna inexistente 📵 e a floresta que parece adensar-se sobre eles, tudo acontece e a ansiedade dispara!

Algo que já partilhei e que não me fascina nos livros é a alternância entre o presente e o passado, mas aceito que quando assim é, serve para nos ir revelando segredos de cada personagem. Neste caso, é pior, à medida que o tempo passa e sem se perceber o porquê nem como, o grupo começa a diminuir, um por um. 👻

Se a sinopse já nos dá tanto para refletir, imaginem o desenrolar da história. Pânico, autêntico.🤔

O ambiente é pesado desde as primeiras páginas, o que nos coloca em constante modo de alerta 🚨. Dei por mim a questionar cada personagem e a tentar antecipar quem seria o culpado. 🤔
Se acham que consegui, enganam-se! Para mim é impossível antever os plots, mas no caso andei lá perto, até porque surgem passagens estranhas. Ao fim de alguns livros da Freida, já dá para perceber que, se está escrito não é em vão.

Não sei vocês, mas a ideia de estar isolada, sem comunicação e com o grupo a desaparecer, deixou-me aterrorizada. 😨 E vocês? Também sentem este "frio na espinha" com cenários idênticos?

Apesar do ritmo frenético e da premissa super envolvente, tenho de ser honesta convosco: o plot twist não teve aquele impacto bombástico que eu tanto aprecio nos thrillers. Ainda assim, não deixa de ser uma leitura sólida. É mais leve, ideal para quem quer algo que entretenha sem ser demasiado denso.

Para mim, enquanto Thrillers, a escrita da Freida continua a ser a melhor; fluida, absorvente e impossível de largar até chegarmos à última página. ✍️

Já leram algo da Freida McFadden?
Preferem thrillers onde descobrem o culpado a meio ou aqueles que vos deixam de boca aberta até ao último parágrafo?

Contem-me tudo nos comentários!

Até à próxima leitura,
Andreia


 

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